Os preços caíram

Está mais em conta comprar um imóvel hoje do que em 2015! 

Não é papo de corretor não!!!!

Vamos aos fatos: 

Nas últimas semanas, várias boas notícias invadiram a mídia. O Copom reduziu a taxa básica de juros para 5,5%. Esse é o menor patamar da taxa, desde que passou a ser utilizada como instrumento de política monetária, em 1999. Pelo que parece, não vai parar por aí, espera-se nova queda na próxima reunião do Copom. 

A constante queda da taxa básica de juros e o aumento da confiança na recuperação da economia brasileira, estão movimentando o crédito imobiliário também. Várias instituições estão trazendo taxas mais agressivas e novas alternativas para quem pretende comprar um imóvel.

O Santander já vem há algum tempo com uma taxa de juros bem competitiva de 7,99% ao ano, mais TR e um prazo de até 35 anos. Sergio Rial, Presidente Executivo do Santander Brasil, anunciou no Conecta Imob 2019 que o banco promete mais algumas novidades pela frente, como uma carência inicial no pagamento das parcelas para que a pessoa possa ter um fôlego financeiro para aquelas despesas com móveis e a mudança.

A Caixa Econômica Federal também anunciou uma novidade no mercado de crédito imobiliário. O cliente poderá optar pelas taxas de juros reguladas pela inflação oficial do país. Essas taxas variam de 2,95% até 4,95% ao ano, mais a inflação medida pelo IPCA. A instituição mantém o modelo tradicional, com taxas que partem de 8,5% ao ano, mais TR.

Na última sexta-feira foi a vez do Itaú anunciar uma importante redução na linha de crédito imobiliário, partindo de 7,45% ao ano, mais TR. Antes partiam de 8,1% ao ano, mais TR.

Para se ter uma ideia de comparação com esse novo cenário, em 2013 a taxa média praticada foi de 8,84% e 2014, 9,23% ao ano mais TR. Lembrando que essas taxas foram praticadas no período em que aconteceu o famoso boom imobiliário. Enfim, estamos diante de uma nova fase do mercado imobiliário, com taxas bem mais atrativas.

Agora é que vem a tal cereja do bolo! No boom imobiliário a demanda era muito forte. E quando isso acontece, a regra básica da economia (ofertaXprocura) se aplica e os preços sobem. Porém, nos últimos anos a economia brasileira passou por uma retração muito violenta e a famosa regra básica da economia voltou com tudo, muita oferta e pouca procura, os preços estabilizam ou caem.  

Conforme o índice do FIPEZAP, neste último ano em Porto Alegre, os imóveis tiveram uma variação de preços de -1,1%, ou seja, os preços caíram. E se formos comparar o valor médio por m² em Porto Alegre com o passado, identificamos que os preços dos imóveis, praticamente, não sofreram variação. O último levantamento de preços do FIPEZAP traz um valor médio por m² de R$ 5.853,00 (agosto/2019) e em 2015 o preço médio fechou em R$ 5.448,00. Estamos falando em uma variação 7,43% em quase 5 anos. E se ainda considerarmos que a inflação superou os 20% nesse período, pode-se dizer que os preços dos imóveis caíram mais 10% nesses últimos 5 anos.

Muito bem! Em poucos momentos na história desse país se teve uma combinação tão perfeita, juros mais baixos e imóveis com preços também baixos. É nessa hora que aparecem as melhores oportunidades. E não é papo de corretor não, a chance de fazer uma boa negociação com um imóvel, aproveitando as melhores taxas de financiamento, é agora.

Ou você prefere arriscar que a famosa regra básica da economia dê as caras novamente, porque qualquer sinal de aumento na demanda por imóveis, a elevação do preço será certa, principalmente para recuperar os últimos anos de baixa.

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