DO CRÉDITO CERTO AO LAR IDEAL: 4 PASSOS PARA COMPRAR SEU IMÓVEL

Comprar um imóvel representa muitas coisas na vida de uma pessoa: uma forma de investir do próprio dinheiro, um passo a mais para a independência, a ideia de construir um lar. Na euforia, as emoções que essa escolha causam podem fazer com que as pessoas se esqueçam de alguns detalhes importantes. No nosso evento on-line “Mudar Faz bem” o Matheus Gonçalves, da Confidence Net, contextualizou como está o cenário do mercado imobiliário e deu dicas para aqueles que estão se tornando ou querem se tornar proprietários do seu lar.

Confira os quatro passos para adquirir seu novo lar:

– Primeiro passo: definir o que quer do imóvel (quantos quartos? bairro? garagem? próximo a que?). Essas perguntas são imprescindíveis tanto para quem está querendo comprar, quanto para o corretor poder ajudar.

– Segundo passo: estabelecer o valor que está disposto (e pode) pagar pelo imóvel. É importante fazer uma sondagem financeira para visualizar sua capacidade de crédito, com base na renda mensal. Também se aconselha a fazer uma simulação, que vai te dizer o máximo que tu consegue pagar por mês, e a aprovação do crédito vem a  validar essa simulação.

– Terceiro passo: estudar as formas de financiamento, para selecionar a que mais se encaixa com sua capacidade de compra. As formas de crédito são:

  1. Taxa de juros + TR (taxa referencial): como hoje em dia a taxa referencial está zerada, a taxa de juros é fixa, que é o que vai incidir o juros do pagamento mensal.
  2. Taxa de juros + IPCA: o banco te oferece uma taxa de juros e ele vai considerar mais a inflação para corrigir o saldo devedor todo mês. Matheus explicou que, quando o IPCA é positivo ele impacta no saldo devedor, pois é mais baixa que o juros tradicional da taxa referencial. 
  3. Taxa de juros fixa: hoje a taxa de juros fixa beira em 7%, 7,5%.
  4. Taxa balcão: se refere a quando o comprador não tem nenhum conhecimento de crédito imobiliário, e recebe as informações do gerente do Banco ou de um simulador, que não necessariamente irão passar a melhor taxa para o seu perfil. 
  5. Taxa diferenciada: o cliente contrata um correspondente, que tem conhecimento do mercado e sabe como solicitar essa redução da taxa. Essa taxa vai variar um pouco de cada banco, e vai depender do relacionamento do cliente com o banco em questão, para que o gerente solicite uma taxa melhor. 

– Quarto passo: escolher um banco para fazer o financiamento. Como Matheus explicou durante o bate-papo com o Rafael Landa, nem sempre o banco que você já possui conta é o banco com a melhor taxa e opções de financiamento para o seu perfil Por isso é importante ter conhecimento das formas de financiamento que existem no mercado e identificar a que mais vai atender a sua necessidade.

Matheus ainda lembrou que, no cenário atual, o hábito de manter dinheiro parado no banco já não é mais rentável, assim como em outros investimentos que estão perdendo poder. Em meio a isso, a compra de um imóvel é vista como uma opção rentável e também segura. 

Quer assistir a entrevista completa? Acesse este link!

Depois nos conta se nosso conteúdo te ajudou a tomar uma decisão 🙂

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